A Câmara Municipal de Cacimba de Dentro entregará Moção de Aplausos a cacimbense Silvana Alcântara, professora da rede municipal. Atuante na educação, Silvana Alcântara tornou-se Acadêmica Efetiva da Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil, ocupando a cadeira de N° 118, um título recentemente obtido por sua contribuição nas categorias Versos, Prosas e Cordel.

“É motivo de imensa alegria homenagearmos a Professora Silvana, que elevou de maneira tão grandiosa o nosso município. A sua dedicação às letras estará na memória de muitos, assim como a sua contruibição na imortalidade da literatura paraibana”, disse Alexandre Márcio R. R. Filho.

A solenidade ocorrerá no dia 29 de maio de 2019, às 19h e contamos com a participação de toda sociedade cacimbense para honrosamente prestarmos essa tão merecida homenagem.

 


Silvana Oliveira de Alcântara Barbosa, natural de Cacimba de Dentro-PB, iniciou seus estudos na Escola Perilo de Oliveira; muito cedo familiarizou-se com os livros , uma vez que cresceu num ambiente propício à leitura, rodeada de jornais e revistas, tornando-se adepta da Literatura Infantil e , posteriormente, de romances, literaturas em geral, tudo relacionado ao mágico mundo das letras. É professora efetiva de Língua Portuguesa,com vasta experiência em cursos de Redação e preparativos para Vestibular. O gosto excessivo pela leitura despertou-lhe o desejo de registrar fatos do cotidiano, sentimentos, saudades, amores, desejos, alegrias, tristezas e orações em versos e prosas, o que lhe rendeu seu 1º livro MEMORIAL DE SAUDADES – Ausências e Presenças, que conta histórias da nossa gente.  É verdadeiramente apaixonada pela Literatura de Cordel e participa de eventos declamando seus registros e duelos, os quais já lhe renderam prêmios valorosos. É Acadêmica Efetiva da ACADEMIA DE ARTES, CIÊNCIAS E LETRAS DO BRASIL – cadeira nº 118, recente título obtido por sua contribuição nas categorias Versos, Prosas e Cordel. Como profissional da Educação acredita no poder transformador do ser humano através da leitura. Depois de ler, o homem pode escrever a sua própria história.